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Ponto dos trabalhadores em várias obras: do papel ao custo real

O registo de tempos de trabalho é obrigação legal do empregador — mas para o empreiteiro é muito mais do que isso: é a matéria-prima do custo de cada obra.

O problema não é registar — é registar por obra

O livro de ponto diz que o Manuel trabalhou 8 horas; não diz que foram 5 na moradia de Leiria e 3 na loja do Entroncamento. Sem essa divisão, o custo de mão de obra de cada obra é uma estimativa — e as margens por obra ficam todas erradas ao mesmo tempo, umas a mais, outras a menos.

O que um bom sistema de ponto em obra precisa

Efeito colateral valioso: quando o ponto alimenta o custo por obra, a conversa com a equipa muda — deixa de ser fiscalização ("a que horas chegaste?") e passa a ser gestão ("esta obra está a levar mais horas do que orçamentámos — porquê?").

É exatamente o desenho do ponto do RADAR: o trabalhador pica no telemóvel, o gestor vê o mapa do dia, e cada hora cai na obra certa com o custo real — a base do painel de gestão de obras completo.

Perguntas frequentes

O registo de ponto é obrigatório na construção?

O registo dos tempos de trabalho é uma obrigação legal do empregador em Portugal, em qualquer setor. Na construção, o desafio adicional é dividi-lo por obra para o custo de mão de obra de cada obra ser real.

Como faço o ponto de equipas espalhadas por várias obras?

Com ponto digital no telemóvel de cada trabalhador, associado à obra onde está. No RADAR funciona offline e o gestor vê em tempo real quem está onde e o custo acumulado por obra.

Os trabalhadores aceitam picar o ponto na app?

Quando é mais simples do que o papel, sim — dois toques ao chegar e ao sair. A adesão cresce quando percebem que protege também as horas deles.

Quanto está a custar cada obra tua, hoje?
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